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Do ponto de vista do Código da Estrada, linhas longitudinais contínuas não têm todas a mesma função e o fato de as pisar ou transpor está sujeito a diferentes sanções.

 

Desengane-se se acha que pisar uma linha continua é sempre mesma coisa!

 

Em determinados casos pode estar a cometer uma contra-ordenação Leve (onde apenas está sujeito a uma coima) são vários os cenários onde pode estar a cometer uma contra-ordenação Muito Grave (onde para além da coima, pode estar sujeito a perder a carta de condução).

 

As marcas longitudinais são linhas apostas na faixa de rodagem,

separando sentidos ou vias de trânsito e com os significados seguintes:

 

M1 – linha contínua: significa para o condutor proibição de a pisar ou transpor e, bem assim, o dever de transitar à sua direita, quando aquela fizer a separação de sentidos de trânsito;

M2 – linha descontínua: significa para o condutor o dever de se manter na via de trânsito que ela delimita, só podendo ser pisada ou transposta para efectuar manobras;

M3 – linha mista: constituída por uma linha contínua adjacente a outra descontínua: tem para o condutor o significado referido em M1 ou M2, consoante a linha que lhe estiver mais próxima for contínua ou descontínua;

M4 – linha descontínua de aviso: é constituída por traços de largura normal com intervalos curtos, com o mesmo significado que a marca M2, e indica a aproximação de uma linha contínua ou de passagem estreita;

M5 – linhas de sentido reversível: são linhas delimitadoras de vias de trânsito com sentido reversível, constituídas por duas linhas descontínuas adjacentes, e destinam-se a delimitar, de ambos os lados, as vias de trânsito nas quais o sentido de trânsito pode ser alterado através de outros meios de sinalização;

M6 e M6a – linha descontínua de abrandamento ou de aceleração: é constituída por traços largos, com o mesmo significado que a marca M2, e delimita uma via de trânsito em que se pratica uma velocidade diferente;

(1) M7 e M7a – linhas contínuas e descontínuas: são constituídas por linhas largas, contínuas ou descontínuas, delimitando uma via de trânsito e com o mesmo significado que as marcas M1 e M2, respectivamente; estas marcas destinam-se a identificar aquela via de trânsito como corredor de circulação reservado a veículos referidos na descrição do sinal D6, devendo ser completadas pela inscrição «BUS», aposta no início do corredor e repetida logo após os cruzamentos ou entroncamentos.

Pisar linhas continuas: em todos os casos é proibido, mas em algumas situações pode ter consequências MUITO GRAVES

 

 

Pisar (ou transpor) a linha longitudinal contínua que vê na foto no meio da auto-estrada, é neste caso apenas uma contra-ordenação leve, uma vez que esta marcação rodoviária apenas separa diferentes vias de trânsito com o mesmo sentido.

Pisar (ou transpor) linha longitudinal contínua (Marca M1) separadora de vias de trânsito:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Transpor linha longitudinal contínua (Marca M1) separadora de sentidos de trânsito:

 

Contra-ordenação: MUITO GRAVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal descontínua (Marca M2) não sendo para efetuar manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal mista (Marca M3) separadora de vias de trânsito, encontrando-se mais próxima a linha contínua, não sendo para efetuar manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Transpor linha longitudinal mista (Marca M3) separadora de sentidos de trânsito, estando mais próxima a linha contínua:

 

Contra-ordenação: MUITO GRAVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar linha longitudinal mista (Marca M3) separadora de sentidos de trânsito, estando mais próximo a linha contínua:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha descontínua de abrandamento (Marca M6) não sendo para efetuar nenhuma manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

(Ver art.o 77.o CE – Ofício DGV n.o 24920/2005, de 22NOV)

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal contínua (Marca M7) delimitadora de vias de trânsito para determinada espécie de veículos:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal descontínua (Marca M7a) delimitadora de vias de trânsito para determinada espécie de veículos, não sendo para efetuar manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Fonte: Taurus & Multas

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MOBILIDADE URBANA 

O substancial crescimento das cidades previsto para os próximos anos traz consigo inúmeros benefícios. A densificação urbana gera micro-mercados locais, possibilitando que se tenha acesso a produtos e serviços em localidades mais próximas às suas residências. Incentiva-se assim o deslocamento à pé, contribuindo para a redução da dependência de carros e de meios de transporte de longa distância.

Este crescimento, entretanto, também acentua gargalos de infraestrutura e acende outra preocupação: como adaptar os meios de transporte a essa transformação, de forma a possibilitar o deslocamento de milhões de pessoas de forma eficiente e confortável?

A solução desses problemas de mobilidade urbana passam pela adoção intensiva e extensiva de tecnologia, e já temos uma sinalização de como se dará a inserção dessas tecnologias nos meios de transporte urbano.

Nesse momento, nas ruas da Califórnia, está em testes o carro autônomo do Google. A empresa já vem desenvolvendo este projeto há anos, e está muito próxima de chegar a um modelo comercial desse produto. O veículo não possui volante, nem pedais de aceleração e frenagem; é equipado com uma série de sensores que detectam outros carros, marcações de pista e sinalizações de trânsito. Todo esse sistema, atuando em conjunto, permite que o carro transite de forma completamnte autônoma, sem a necessidade de qualquer interferência humana.

O Google não é a única empresa desenvolvendo carros autônomos. O Uber, a Tesla, a GM, a Volkswagen e muitas outras empresas também estão trabalhando nos seus modelos.

Ao que tudo indica, estamos muito próximos do momento no qual carros autônomos tomarão as ruas. Com efeito, estima-se que eles se tornarão maioria ao longo da próxima década, e esta mudança de paradigma deverá impactar de forma indelével o nosso modo de vida e a economia como um todo.

Mas qual será o impacto desta nova tecnologia na mobilidade urbana?

Os efeitos da introdução dos carros autônomos são muito mais importantes do que se pode intuitivamente imaginar. Citamos abaixo os principais deles:

 

Efeito 1 –Redução dos preços e fim dos carros particulares

Um estudo do banco Morgan Stanley demonstra que carros são dirigidos apenas 4% do tempo, fato que denota um incrível desperdício. No futuro, carros não serão comprados pelos consumidores, e sim por empresas, que prestarão serviços de transporte para a população. Imagine um Uber, em larga escala, que leva você para onde você quiser em um carro sem motorista.

Hoje, o motorista do Uber fica com 75% do valor que você paga, então a queda no preço do serviço deve ser o primeiro efeito da uso de carros autônomos: estima-se que a tarifa deverá ser de apenas US$ 0,30 por quilômetro.

Com essa queda de preço, serão derrubados todos os incentivos para se possuir um carro próprio. Sempre que quiser se locomover, você irá solicitar o serviço de transporte de uma empresa como o Uber. A previsão é de que, com esta mudança, você terá de esperar menos de um minuto após o chamado para que um carro chegue até você.

 

Efeito 2 – Desenvolvimento econômico sem precedentes

Segundo estudo da empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers, este movimento eliminaria das ruas 99% dos veículos. A bilionária indústria automotiva e as gigantescas indústrias periféricas (financiamentos, seguros, estacionamentos e etc.), que juntas totalizam trilhões de dólares, deverão passar por uma revolução. Milhares de empresas deverão simplesmente evaporar, incluindo algumas das maiores montadoras do mundo. Junto com as indústrias, milhões de empregos deverão ser eliminados.

Mas isto não é necessariamente algo ruim. Todos esses recursos, que incluem os trilhões de dólares e os milhões de trabalhadores, deverão migrar para outros setores da economia, impulsionando de forma exponencial a inovação e a produtividade. Somado a isso, há ainda o fato que, com o fim dos congestionamentos, cada trabalhador economizará 38 horas a cada ano.

Adicionalmente, a liberação de áreas centrais que antes serviam de estacionamento, garagens, revendas automotivas e terminais de ônibus deverá estimular o desenvolvimento urbano.

 

Efeito 3 –O fim dos congestionamentos

A busca por uma vaga para estacionar é responsável por 30% dos congestionamentos. Além disso, a simples existência das faixas de estacionamento já contribuem para piorar a situação do trânsito, pois ocupam duas faixas da rua.

Carros autônomos, por não precisarem estacionar e por transitar de forma coordenada e interconectada, irão eliminar estes fatores, tornando congestionamentos inexistentes.

 

Efeito 4 – Impactos ambientais positivos

Com a forte redução do número de carros, e a consequente contração da atividade industrial referente ao mercado automotivo, há a concreta possibilidade de revertermos a tendência do aquecimento global, visto que a emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa será descontada em 15,9%.

A maioria dos carros autônomos devem ser elétricos, e isto irá provocar uma redução da nossa dependência de combustíveis fósseis. Ademais, a reciclagem de toda a frota antiga de carros deverá refrear momentaneamente a necessidade de mineração.

 

Efeito 5 – Vidas salvas

A cada ano, 1.2 milhão de pessoas morrem devido a acidentes de trânsito, sendo 90% destes causados por erro humano. O advento dos carros autônomos pode previnir a morte de milhões de pessoas, pois deve tornar incomum acidentes de trânsito.

Graças à tecnologia, o futuro da mobilidade urbana é excitante. Estes são apenas os efeitos previsíveis da nova onda dos carros autônomos mas, como as demais revoluções tecnológicas já demonstraram, os impactos de uma nova tecnologia geram também efeitos em cascata, que moldam a sociedade e a provocam mudanças na forma como vivemos.

Fonte: Tuganix / Gui.en

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Aqui encontras todas as perguntas e fotografias oficiais dos testes de código IMTT 2016 actualizadas até à data!

Escolhe a categoria que pretendes praticar um teste de código e boa sorte!

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Fonte: TestesDeCodigoGratis

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A inspecção obrigatória a motos acima dos 250 cm3 de cilindrada vai avançar ainda este ano, confirmou uma fonte oficial do Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas. O serviço vai custar 12,50 euros + iva, cerca de metade do custo da inspecção a um carro.

A notícia foi avançada pelo presidente da Associação Nacional de Centros de Inspecção Automóvel (ANCIA), Paulo Areal, que afirmava que a medida deveria avançar em Outubro, altura em que os centros de inspecção automóvel estarão prontos a disponibilizar este serviço depois dos dois anos dados pelo Governo para a sua adaptação. Mas fonte oficial do Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas não se compromete com esta data, referindo apenas que acontecerá até ao final do ano.

Dos 180 centros existentes no país, cerca de 120 a 140 terão esta valência, mas falta ainda ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes publicar um diploma de classificação de deficiências técnicas e outro de formação de inspectores, explicou o responsável.

A associação bate-se também pela inspecção obrigatória a motos de menor cilindrada, a partir dos 50 cm3, como acontece na Região Autónoma dos Açores e em Espanha, explica Paulo Areal. As motos de maior cilindrada que vão começar a ser inspeccionadas são cerca de 80 mil — já as que começam nos 50 cm3 ascendem a um milhão.

Paulo Areal responde que esta nova área de inspecção não vai significar um grande aumento de facturação, notando que os centros gastaram cerca de 40 milhões de euros em obras da adaptação, com a criação de linhas para motos.

A ANCIA quer também estender as inspecções a todos os veículos de duas e três rodas, tractores e máquinas industriais. Paulo Areal notou que se morre muito mais por acidentes em veículos de duas rodas do que de quatro, mas um estudo europeu, que também cita, diz que apenas cerca de 8% destes acidentes estão relacionados com falhas técnicas, estando o principal problema relacionado com a condução.

O Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas esclarece que a extensão da obrigatoriedade de realização de inspecções periódicas a todos os veículos de duas e três rodas e quadriciclos encontra-se em estudo, mas não a inspeção periódica a tractores e máquinas agrícolas. A mesma entidade explica que a inspecção a veículos que tenham estado envolvidos num acidente e que apresentem danos estruturais já se encontra prevista na lei.

!!Notícia acrescentada  com esclarecimentos do Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas.

Fonte: Taurus

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Vinheta da Inspeção do Veículo – Não é necessária a colocação no pára-brisas.

Com a entrada em vigor do Decreto-Lei nº 144/2012 de 11/07, deixou de ser obrigatório a afixação da vinheta de inspeção periódica obrigatória no pára-brisas do veículo.

Esta obrigação, dizia respeito ao nº 1 do artigo 8º do Decreto-Lei n.º 554/99, de 16/12, sendo punida com coima de 30 a 150 €. No entanto, esse diploma foi revogado pelo Decreto-Lei n.º 144/2012, de 11/07, que regula as inspeções técnicas periódicas, as inspeções para atribuição de matrícula, e as inspeções extraordinárias de veículos a motor e seus reboques. 

O n.º 1 do art.º 9 do Decreto-Lei nº 144/2012, elimina a obrigatoriedade da vinheta destacável, passando a dispôr que “para comprovar a realização das inspeções periódicas é emitida pela entidade gestora do centro uma ficha de inspeção por cada veículo inspecionado.” Assim, a comprovação da inspeção periódica deixou de ser efetuada através da vinheta, a qual era afixada no interior do veiculo no canto inferior do para-brisas ou, na falta deste, noutro local bem visível. 

Atualmente, no exercício da fiscalização apenas será exigido ao condutor a exibição da ficha de inspeção do veiculo. Quando o condutor não seja portador da ficha de inspeção, é punido com a coima de 60 a 300 € prevista no art.º 85.º do Código da Estrada, salvo se a apresentar no prazo de 8 dias à autoridade indicada pelo agente de fiscalização, caso em que é sancionado com coima de 30 a 150 €. A falta de inspeção periódica ou extraordinária, quando obrigatórias, é punida com coima de 250 a 1250 €, salvo quando se tratar de motociclo, triciclo ou quadriciclo, em que a coima é de 120 a 600€

Cancelamento Temporário de Matrícula

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Substituição da Carta de Condução

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Sempre que haja alterações de elementos que constem da carta de condução, como por exemplo o nome, mudança de residência, restrições, habilitação a nova categoria de veículo, deve...

Licença Internacional de Condução

29 janeiro 2016

A licença internacional de condução (LIC), prevista no artigo 8º do Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, anexo ao Decreto-Lei n.º 37/2014, de 10 de março, pode ser soli...

Sobre a Empresa Anas

A Anas - Agência Automobilística,Lda existe desde 1983 na Ponte Rol e Lourinhã e desde aí mantemos sempre uma cultura fortemente orientada para o mercado e para os nossos clientes, tanto PARTICULARES como EMPRESAS. Apostamos no rigor e profissionalismo, assumindo desde sempre um forte compromisso na satisfação dos nossos clientes, através de um atendimento personalizado.

 

 

 

 

                                                       

   

                                               

                                                     

 

                                                              

 

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